Escravidão em Lençóis Paulista
De acordo com relatos de historiadores e antigos moradores, em Lençóis Paulista nunca houve Casa Grande e Senzalas, mas as famílias de grandes posses possuíam pretos e pretas como escravos. Em 4 de abril de 1863, uma escrava mulata de nome Rufina foi comprada por um conto de reis. Há ainda uma escritura de compra e venda de escravos datada em 13 de maio de 1863, no valor de duzentos mil reis, onde aparece como vendedor Lauirico Tomaz da Silva e comprador, José da Silva Espírito Santo.